Viralizou nas redes sociais, com milhares de compartilhamento, um vídeo em que o senador Eduardo Braga, MDB-AM, visivelmente alucinado, aparece gritando no modo tresloucado: “Tô tocando o horror, tô tocando o horror”.

CARA DE DOENTE
A cena é tirada de uma sessão legislativa virtual no Congresso e, pelo visto, Braga não se deu conta que estaria num evento transmitido pela TV Senado para todo o mundo. Braga está todo dia e a toda hora nas redes sociais com pelo menos 20 K a menos. Ele sim, um horror!

Despirocou de vez

O único assunto em que alguém – com representação parlamentar – poderia tocar o horror é o conflito político dos que são contra ou a favor do isolamento social para enfrentamento do Coronavírus. Ou seja, contra ou a favor do presidente Bolsonaro ou deste energúmeno, com cara de almofadinha, chamado João Doria. Em qualquer cenário: pelo sim ou pelo não, o senador paraense pelo Amazonas, tudo indica, Braga, despirocou de vez .

Sem produção, o caos

Por todo o país, em atendimento às orientações do presidente Jair Bolsonaro, os trabalhadores e empreendedores de Norte a Sul, se insurgiram contra as determinações locais de governos estaduais e prefeituras de isolamento social. O motivo é um só. Sem produção o Brasil vai à lona, a exclusão social vai tomar conta, de mãos dadas com a violência. E não haverá polícia para segurar. Sem produção, a roda da economia trava e não ter dinheiro para pagar o sistema de segurança.

Rumores do golpe

O povo aumenta mas não inventa. A proposta de votação do Parlamentarismo no Brasil, um mecanismo institucional com fachada de Democracia, foi arquitetada e tomou fôlego pelos cabeças do poder legislativo e judiciário e já estava sendo sutilmente disseminada pela emissora da família Marinho. Não fosse a intervenção segura do Gabinete de Segurança Institucional, a votação iria a votação já em abril.

Fora da Caixa

O plano de construção do Parlamentarismo tinha um só proposito: esvaziar o poder do presidente da República, a quem caberia o exercício do Cerimonial Diplomático, e seria transferido ao presidente da Câmara dos Deputados.
A urdidura já estava em detalhamentos adiantados e tinha todo o empenho dos presidentes das duas Casas, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, emissários do setor financeiro e políticos fora do game.

NINGUÉM MERECE
• Desmontar a velha política é tarefa hercúlea.
. Depois de 40 anos do retorno à Democracia, e confirmar a promiscuidade epidêmica que tomou conta da classe política, precisaremos mais de quantas décadas de contravenção de paletó?
• No Congresso, se formou um grupo coeso para defesa dos velhos esquemas. É o poderoso Centrão.
. Ali, se forçar a barra, e gritar pega ladrão… sai de baixo e de perto, cidadão!