Enquanto uns vendem problemas, outros trazem a solução. O que o presidente Bolsonaro fez nesta quinta-feira foi uma verdadeira demonstração de liderança. Reuniu todos os governadores, apontou caminhos, apaziguou os ânimos e anunciou uma ajuda financeira sem precedentes na história da República. R$ 125 bilhões para Estados e Municípios, naquilo o ele mesmo classificou como uma “vitória do povo”. Sem deixar de cuidar da saúde dos brasileiros, Bolsonaro, em uma cartada de mestre, tranquilizou gestores, fez a bolsa subir e o Dólar cair. Agora governadores e prefeitos precisam apresentar seus planos de reabertura responsável. Eles não fecharam? Agora precisam assumir a reabertura.

AMAZONAS

R$ 1 bilhão em quatro meses. Diante do furacão que varreu o Amazonas nos últimos dois meses o olhar atento do presidente com o maior Estado da Federação, mais uma vez, não faltou. Durante a pandemia Bolsonaro enviou aviões lotados de insumos para Manaus, mandou seu então ministro da Saúde conferir de perto os hospitais e agora, em um gesto inédito, vai enviar ao Amazonas um suporte financeiro jamais visto. A ponte de fazer o governador Wilson Lima classificar a ação como “histórica”. Não é pela falta de Brasília que não superaremos os desafios. Mas precisamos mostrar que estamos preocupados com o futuro da economia. Aproveitar o auxílio bilionário e preparar o chão. “Tem que voltar a trabalhar, pô, a vida continua. Vamos reabrir o Brasil de forma responsável”.

REALIDADE X PÂNICO

“Tem que se cuidar. Eu estou com 65 anos tenho que cuidar de mim mesmo, de minha mãe que está viva. E tocar o barco. É a vida, é a realidade. Morre muito mais gente de pavor do que do ato em si. Então o pavor também mata, leva ao estresse, ao cansaço, a pessoa não dorme direito, fica sempre preocupada, (pensando) ‘se esse vírus pegar vou morrer”. À noite o presidente pediu, mais uma vez que as pessoas retomes à vida normal. Pegou covid? Isole-se. Está no grupo de risco? Fique em casa. Em nenhum momento, seja lá qual fosse o ministro da Saúde e as orientações da OMS, viu-se o Governo Federal pedir que as pessoas arrisquem a vida. Em vez de vender a morte, Bolsonaro sempre vendeu a solução e a esperança.