Cumprindo prisão domiciliar no hotel de luxo Palmaroga, localizado em Assunção, capital do Paraguai, Ronaldinho Gaúcho completa nesta terça-feira, 9, dois meses de reclusão. Após tentar entrar em território paraguaio utilizando passaportes falsos, o ex-jogador agradeceu o tratamento oferecido pelo hotel e disse temer a pandemia de Covid-19, em entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo.

“Aqui no Palmaroga Hotel temos um tratamento excelente. Eles fazem de tudo para passar o tempo da maneira mais agradável possível. Já faz sessenta dias. As pessoas em suas casas devem imaginar como deve ser não fazer o que você está acostumado. Eu acho que isso é algo que permanecerá para sempre em todos nós depois de viver essa experiência complicada”, disse o Bruxo, como é chamado pelos fãs.

O craque também falou sobre o Barcelona, dono do hotel onde o ex-atleta está detido e sobre os torneios disputados durante o período que ficou preso na Complexo penitenciário Agrupación Especializada da Polícia Nacional, em Assunção.

“Eu sabia que o hotel pertence ao Grupo Barcelona. Definitivamente, eu e o Barcelona parecemos estar unidos. Será sempre minha segunda cidade e é o clube mais incrível do mundo”, contou. O futebol está em todo lugar. É único e um fenômeno global. Sempre abriu as portas para mim, mesmo em muitos momentos em que tudo parecia difícil ou até impossível”, completou o ex-jogador de 40 anos.